Sem biometria? saiba se você pode votar no segundo turno das eleições

Entenda quais documentos apresentar na seção eleitoral e como proceder caso o leitor digital da urna não reconheça suas digitais

Redação Por Redação
Sem biometria? Saiba se você pode votar no segundo turno das eleições

Resumo

Entenda quais documentos apresentar na seção eleitoral e como proceder caso o leitor digital da urna não reconheça suas digitais

Eleitores que ainda não realizaram o cadastro das impressões digitais na Justiça Eleitoral ou que enfrentarem falhas no reconhecimento poderão exercer o direito ao voto normalmente no segundo turno das eleições de 2026, programado para o próximo domingo (25). A falta da tecnologia não bloqueia a participação no pleito, desde que o cidadão esteja com a situação eleitoral devidamente regularizada. Conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cerca de 10,99% dos brasileiros ainda não possuem o registro biométrico por diferentes motivos. O prazo para a coleta das digitais foi encerrado em 6 de maio, data em que o cadastro eleitoral fechou para a preparação do pleito.

Como votar sem o cadastro biométrico

O cidadão que não tem as digitais cadastradas deve apresentar um documento oficial com foto aos mesários para confirmar a identidade. Entre as opções aceitas estão a Carteira de Identidade Nacional (CIN) e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). É importante destacar que a ausência do registro biométrico difere de um título de eleitor cancelado. Para garantir a participação, a inscrição eleitoral precisa estar ativa e sem pendências.

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O que acontece se a biometria falhar na urna

Todas as seções eleitorais do país contam com leitores biométricos conectados às urnas eletrônicas. Para quem já registrou as digitais, a verificação ocorre antes da liberação do equipamento. Contudo, problemas na leitura não impedem a votação. O sistema disponibiliza até quatro tentativas de reconhecimento. Caso nenhuma tenha sucesso, o mesário executa os protocolos definidos pela Justiça Eleitoral, conferindo documentos e a data de nascimento para, então, liberar o voto.

Objetivos e obrigatoriedade da tecnologia

A biometria é o método adotado pela Justiça Eleitoral para reconhecer os cidadãos por meio de traços físicos únicos, sobretudo as impressões digitais. O processo agrupa três elementos fundamentais: fotografia, assinatura e digitais. Segundo o TSE, a ferramenta amplia a segurança do pleito, previne cadastros duplicados e acelera a identificação na hora da votação. Embora a falta do sistema não proíba o voto de forma automática, a coleta de dados biométricos é exigida em serviços como emissão do primeiro título, transferência de domicílio e atualização de dados.

Por fim, vale ressaltar que o procedimento ocorre durante o atendimento presencial na Justiça Eleitoral, enquanto os brasileiros que votam no exterior ficam dispensados de usar a identificação biométrica fora do país. As informações reunidas também compõem a base da Identificação Civil Nacional (ICN), projeto voltado para aprimorar a segurança no acesso a serviços públicos.

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