Economia – Portal Cidade MT https://portalcidademt.com.br Informações com Credibilidade Fri, 18 Sep 2026 02:21:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.1 Bolsa Família é reajustado em 15%; medida vale a partir de outubro https://portalcidademt.com.br/bolsa-familia-e-reajustado-em-15-medida-vale-a-partir-de-outubro/ https://portalcidademt.com.br/bolsa-familia-e-reajustado-em-15-medida-vale-a-partir-de-outubro/#respond Fri, 18 Sep 2026 02:21:35 +0000 https://portalcidademt.com.br/?p=48 O benefício pago pelo programa Bolsa Família será reajustado em 15%. O aumento corresponde à variação inflacionária registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026. Com isso, o valor mínimo do benefício ficará em R$ 691.

Já o valor médio pago chegará a R$ 777. Notícias relacionadas:Produção agrícola brasileira superou R$ 927 bilhões em 2025.BC reduz juros básicos para 13,75% ao ano.A atualização dos valores está prevista na legislação do Bolsa Família e busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias, de acordo com o governo. O decreto que reajusta os valores foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (17) e publicado em edição extra do Diário Oficial da União.

Ele entra em vigor na data da publicação, mas produzirá efeitos financeiros a partir de 1º de outubro. O decreto eleva, de cerca de R$ 600, para R$ 691 o valor mínimo garantido às famílias beneficiárias. Também reajusta para R$ 164 o Benefício de Renda de Cidadania, pago por integrante da família; para R$ 173 o Benefício Primeira Infância; e para R$ 58 o Benefício Variável Familiar.

Durante a cerimônia de assinatura do decreto, no Palácio do Planalto, o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Bruno Moretti, informou que a correção teve como referência a inflação acumulada de 15,04% medida pelo INPC no período. Segundo Moretti, a atualização busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias. Pelos cálculos apresentados pelo governo, o benefício médio do programa passará de R$ 675 para R$ 777, uma elevação nominal próxima de R$ 100 por família.

Renda e segurança alimentar Também durante a solenidade, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a reposição dos valores busca evitar perdas provocadas pela inflação e, dessa forma, garantir que as famílias mais vulneráveis não enfrentem insegurança alimentar. Durigan também apresentou projeções para 2027. Segundo ele, o programa deverá representar entre 1,2% e 1,25% do Produto Interno Bruto (PIB), abaixo do patamar de cerca de 1,5% observado na transição entre 2022 e 2023.

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Gasto com polícia é 5 mil vezes custo de políticas para egressos https://portalcidademt.com.br/gasto-com-policia-e-5-mil-vezes-custo-de-politicas-para-egressos/ https://portalcidademt.com.br/gasto-com-policia-e-5-mil-vezes-custo-de-politicas-para-egressos/#respond Fri, 18 Sep 2026 02:20:15 +0000 https://portalcidademt.com.br/?p=174 O gasto com polícias nos estados brasileiros corresponde a mais de 5 mil vezes o valor destinado a políticas para pessoas egressas do sistema prisional. Para cada R$ 5.423 gastos com as polícias em 2025, R$ 1.169 foram destinados ao sistema prisional e apenas R$ 1 a políticas exclusivas para egressos. É o que aponta a nova edição da pesquisa “O Funil de Investimentos da Segurança Pública nos Estados Brasileiros”, realizada pelo centro de pesquisa Justa e que será apresentada nesta quinta-feira (17) no 20º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Notícias relacionadas:Encarceramento é principal causa de tuberculose na América Latina.Estado pede desculpa a familiares de vítimas de violência policial.STJ reconhece Crimes de Maio como grave violação e rejeita prescrição.O estudo analisou como os governos estaduais, de 26 unidades federativas, distribuem os recursos destinados às polícias, ao sistema prisional e às políticas voltadas para egressos. O Acre não forneceu dados para o estudo. Na comparação com a edição anterior do estudo, que analisou dados de 2024, a desigualdade dessa distribuição de recursos se intensificou.

Na ocasião, para cada R$ 4.877 destinados às polícias, foram R$ 1.221 para o sistema penitenciário e R$ 1 para políticas exclusivas para os egressos. O resultado demonstra a concentração dos recursos na porta de entrada do sistema de justiça criminal e uma distribuição de recursos estruturada como um funil de investimentos. Segundo a coordenadora de pesquisas do Justa, Taciana Santos, a priorização orçamentária das polícias não necessariamente resulta em mais segurança para a população.

“Esse crescimento de gasto com polícias está associado ao crescimento da bancada da bala e do populismo penal na política, como observamos pelo número de candidatos que se elegem instrumentalizando a insegurança como principal bandeira eleitoral”, avaliou Taciana. Orçamento das polícias Os gastos com as polícias nos estados analisados passaram de R$ 87,5 bilhões, em 2024, para R$ 103,5 bilhões em 2025. Mesmo dentro das corporações, há desproporcionalidade na distribuição dos recursos.

As Polícias Militares (PM), responsáveis pelo patrulhamento e policiamento ostensivo, concentraram R$ 60,7 bilhões, o que equivale a 58,6% da verba das polícias. Já as Polícias Civis, encarregadas das investigações de crimes em geral, gastaram R$ 22,2 bilhões (21,5%), enquanto as Polícias Técnico-Científicas, que realizam atividades como perícia e produção de provas, receberam R$ 2,8 bilhões (2,7%). Os R$ 17,8 bilhões restantes correspondem a despesas compartilhadas, que não podem ser atribuídas a uma única corporação.

Os dados apontam que os governos estaduais têm priorizado o policiamento ostensivo, em detrimento de ações de investigação e inteligência. “É uma lógica que ajuda a sustentar um modelo de encarceramento em massa, marcado por fragilidades na apuração da autoria e na produção de evidências”, avaliou Luciana Zaffalon, diretora-executiva do JUSTA. Orçamento do sistema prisional Dos R$ 22,3 bilhões gastos pelos estados com o sistema prisional em 2025, cerca de R$ 13,7 bilhões correspondem ao encarceramento de pessoas negras, o equivalente a R$ 6 de cada R$ 10 investidos na área.

Para essa estimativa, o Justa cruzou os gastos estaduais com dados do Sistema Nacional de Informações Penais (Sisdepen) de dezembro de 2025. “Os dados evidenciam uma realidade sistêmica: o Brasil prende muito e prende mal. A grande maioria das pessoas presas é pobre e preta, que acabam sendo entregues no sistema prisional às facções.

Enquanto isso, os órgãos de segurança pública seguem com baixa capacidade de combater o crime organizado com eficiência”, mencionou Zaffalon. Em 2024, o sistema penitenciário teve R$ 21,9 bilhões de gastos. A diretora executiva explica que, embora os gastos com o sistema prisional se mantenham praticamente estáveis, os aumentos identificados pela pesquisa têm se destinado principalmente à expansão da estrutura carcerária.

“Já as reduções atingem despesas diretamente relacionadas às condições de encarceramento, como alimentação e saúde, contribuindo para um estado de precarização e violação de direitos dos apenados”, acrescentou. Na porta de saída do sistema prisional, o Justa constatou que os investimentos permaneceram praticamente estagnados. Os estados destinaram R$ 19 milhões para políticas exclusivas para egressos em 2025, contra R$ 18 milhões no ano anterior.

“Como elementos fundamentais da segurança pública, as políticas para egressos permitem apoiar o acesso a documentação, moradia, saúde, educação, trabalho e renda, reduzindo barreiras para a reconstrução da vida após o cumprimento da pena”, enfatizou Zaffalon. No entanto, afirma a diretora, quando o estado destina bilhões à entrada e à permanência no sistema prisional, mas reserva valores residuais para a saída, ele limita as possibilidades de reinserção social e mantém condições que podem favorecer a reincidência. Políticas para egressos Os dados analisados mostram que apenas sete unidades federativas investiram em políticas exclusivas para egressos em 2025, enquanto no ano anterior eram seis.

Entre os estados que investiram, estão Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que não investiram no ano passado, mas passaram a registrar investimentos exclusivos para egressos em 2025, com R$ 414 mil e R$ 177 mil, respectivamente. São Paulo teve a maior parcela dos recursos exclusivos para egressos identificados pelo levantamento, com R$ 13,3 milhões, seguido pelo Ceará, com R$ 3,8 milhões. Mato Grosso investiu R$ 781 mil; Bahia, R$ 482 mil; e Sergipe, R$ 19 mil.

Já Tocantins, que era um dos estados com investimento na área em 2024, chegou a ter dotação aprovada na Lei Orçamentária Anual, mas não utilizou os recursos nas políticas para egressos.

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Cesta básica sobe pela terceira vez consecutiva e chega a R$ 900 em Cuiabá https://portalcidademt.com.br/chuva-forte-e-ventania-surpreendem-moradores-de-cuiaba-durante-a-tarde/ https://portalcidademt.com.br/chuva-forte-e-ventania-surpreendem-moradores-de-cuiaba-durante-a-tarde/#respond Fri, 18 Sep 2026 01:43:26 +0000 https://portalcidademt.com.br/?p=179

Cesta básica sobe pela terceira vez consecutiva e chega a R$ 900 em Cuiabá

Preço médio dos alimentos alcança R$ 900,16 na capital mato-grossense, com alta semanal de 1,26% e aumento de 13,56% em um ano.Custo da alimentação pressiona orçamento das famílias cuiabanas

O preço da cesta básica voltou a subir em Cuiabá e atingiu a média de R$ 900,16 na terceira semana de setembro.

O resultado representa o terceiro aumento consecutivo registrado na capital mato-grossense, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio de Mato Grosso (IPF-MT).De acordo com os dados divulgados, a cesta básica apresentou alta de 1,26% em relação à semana anterior.

Na comparação com o mesmo período de 2025, o aumento acumulado chegou a 13,56%, representando uma diferença de R$ 107,51 no custo médio dos alimentos.

Tomate registra forte aumentoEntre os produtos que contribuíram para a elevação dos preços está o tomate, que apresentou alta de 8,94% na última semana, chegando a R$ 12,06 por quilo.

Na comparação anual, o produto acumula aumento de 93,93%.Por outro lado, alguns alimentos, como banana e pão francês, registraram redução de preços e ajudaram a conter uma alta ainda maior da cesta básica.Impacto no orçamento familiar aumento dos alimentos representa um desafio para as famílias que precisam administrar as despesas domésticas.

A variação nos preços pode levar consumidores a pesquisar valores em diferentes estabelecimentos e reorganizar as compras do mês.

O levantamento da Fecomércio-MT reforça a importância do acompanhamento dos preços dos alimentos essenciais, especialmente diante das oscilações semanais observadas no mercado.

Fonte: Fecomércio-MT.

Portal Cidade MT Informações com Informação sobre Cuiabá e Mato Grosso.

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